Todas as situações em nossa vida podem ser modificadas. Somos herdeiros de nós mesmos e está em nossas mãos a decisão de fazer mudanças, escolher novos caminhos. Tudo é experiência que pode ser transformada em aprendizado, crescimento e maturidade. Você pode mudar o que você é e ser feliz. Basta aprender a jogar fora os limites. Você é muito mais do que imagina. Acredite nisso.
sábado, 10 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Como dizer 'não' sem culpa
De
forma
geral,
no
seu
dia
a
dia,
você
consegue
dizer
não
e
ficar
bem?
Se
você
é
do
tipo
que
quando
diz
um
‘não’
fica
cheio
de
culpa
e
remorso,
saiba
que
está
entre
a
maioria.
É
muito
raro
encontrar
pessoas
que
conseguem
expressar
para
o
outro
essa
palavrinha
de
três
letras
e
ficar
numa
boa.
Isso
porque
para
dizer
um
‘não’
é
preciso
ter
autoconfiança
e
estar
bem
resolvido
consigo.
Não
estamos
nos
referindo
a
um
não
autoritário,
conveniente
ou
vingativo.
Esses,
todos
nós
costumamos
falar
instintivamente,
em
razão
de
nossos
processos
emocionais.
O
que
está
em
pauta
aqui
é
o
‘não’
assertivo.
Aquele
que
você
diz
sem
carga
emocional;
aquele
‘não’
que
é
simplesmente
uma
negativa.
Exemplo
de
um
‘não’
assertivo:
Um
amigo
lhe
pede
o
carro
emprestado,
mas
você
não
gosta
de
emprestar
seu
carro,
então,
você
diz
a
ele:
“Sinto
muito
amigo,
mas
eu
não
gosto
de
emprestar
o
meu
carro”.
Esse
é
o
‘não’
assertivo,
sem
rodeios,
sem
carga,
refletindo
apenas
o
seu
sentimento.
Mas
você
deve
estar
se
perguntando
agora:
e
se
a
pessoa
ficar
chateada
comigo?
Esse
é
o
problema.
É
exatamente
por
esse
motivo
que
não
conseguimos
dizer
não.
Porque
queremos
sempre
agradar
o
outro,
em
detrimento
de
nossos
reais
sentimentos
e
vontades.
E
fazemos
isso
em
razão
de
nossas
carências,
para
ser
bonzinho,
boazinha.
Temos
medo
de
não
sermos
amados
se
magoarmos
os
outros.
Essa
forma
de
pensar
e
agir
é
equivocada.
Só
conquistamos
o
respeito
das
pessoas
quando
expressamos
nosso
sentimento
com
sinceridade
e,
nesse
caso,
se
a
pessoa
ficar
chateada,
é
um
problema
que
ela
terá
que
resolver.
Mas,
antes
de
dizer
um
'não'
é
importante
refletir
sobre
a
situação
em
questão,
para
evitar
o
erro
de
expressar
um
‘não’
cheio
de
carga,
de
mágoas,
de
agressividade.
É
fundamental
ter
a
certeza
de
estar
dizendo
o
‘não’
para
uma
situação
específica
e
não
para
punir
ou
agredir
alguém.
Por
isso
a
importância
da
autoconfiança.
Ao
dizer
um
‘não’
para
uma
criança,
por
exemplo,
deve-se
ter
em
mente
a
razão
desse
não;
e
ao
dizê-lo,
deve
ser
mantido,
sem
voltar
atrás.
Se
o
motivo
do
‘não’
estiver
bem
claro,
não
vai
gerar
culpa.
Exercitar
um
‘não’
assertivo
não
é
tão
simples.
Demanda
algumas
mudanças
de
comportamento
e
de
revisão
interna.
Exige
que
tenhamos
total
contato
com
a
realidade
e
com
o
aqui
e
agora.
E
exige
também
que
busquemos
o
auto
aperfeiçoamento
para
elevar
nossa
autoestima
e
autoconfiança.
Esse
aperfeiçoamento
vai
nos
tornar
pessoas
melhores,
mais
bem
resolvidas;
e,
ao
alcançar
esse
nível,
estaremos
aptos
a
expressar
nosso
real
sentimento,
sem
medos,
dizendo
simplesmente
para
o
outro:
sim
ou
não.
By
Fátima
Alves
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
O humor nosso de cada dia
Como
o bom e o mau humor afetam os ambientes e trazem consequências para
nosso dia a dia.
Você
já sorriu hoje? Com certeza você já deve ter lido ou ouvido essa
frase em algum
lugar. Ela propõe que a gente pare por um instante para fazer uma
breve reflexão: “será que eu já sorri hoje?” Qual a
importância do sorriso?
Ao sorrir, geramos energia de boa qualidade
e isso faz com que nosso humor melhore; e se temos bom humor,
melhoramos os relacionamentos, as situações desagradáveis ocorrem
com menos frequência, passamos a ser mais otimista, mais saudável e
viver mais tempo. Isso é real. Existem inúmeras pesquisas que
comprovam que o sujeito que costuma sorrir todos os dias é mais
imune a doenças, responde mais rápido a medicamentos e a terapias e se livra com mais facilidade de processos depressivos. São pessoas
que têm mais amizades, que reagem às situações de forma mais
segura e otimista e são mais felizes em suas relações
interpessoais.
A
pessoa mal humorada é o contrário. Já acorda de mal com a vida.
Geralmente tem pensamentos negativos e pessimistas, reclama de tudo,
nada está suficientemente bem feito e quem está à sua volta tem de
aguentar a cara feia e as energias de má qualidade que ela emana.
Esse comportamento mal humorado afeta as energias da casa, das
plantas, dos animais domésticos. Afeta os relacionamentos, atrai
doenças, acidentes e desavenças.
Tudo
que pensamos e sentimos gera energia. Podemos gerar energias de
construção, de boa vontade, de otimismo ou energias de destruição,
pessimismo e má vontade. Nós somos os principais herdeiros do que
somos e fazemos, mas infelizmente, nosso comportamento disfuncional
afeta também outras pessoas de forma negativa.
Da
mesma forma que o mau humor afeta tudo à nossa volta, o bom humor
também. Mas as energias do bom humor levam alegria para as pessoas e
os ambientes.
Uma pessoa
bem humorada está de bem com a vida e não fica perdendo tempo com
coisas pequenas ou situações desagradáveis. Ela geralmente resolve tudo
rapidinho, sempre buscando o melhor, pois é otimista e alegre.
Mas,
o mais importante de tudo é saber que é possível mudar um
comportamento disfuncional.
Todo
comportamento pode ser modificado se existir vontade e continuidade.
Podemos ser pessoas melhores e mais felizes e fazer a todos que estão
à nossa volta felizes também. É só querer e buscar.
By
Fátima
Alves
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Aprendendo a conviver com você
Você costuma se relacionar com você mesmo? Parece uma pergunta meio sem sentido, mas não é. A maioria de nós sente dificuldade de estar só. Temos a crença (errada) de que estar só significa estar solitário. Você sabe de verdade do que você gosta, as coisas que te dão alegria, o que te incomoda, os defeitos que você gostaria de modificar, as virtudes que você possui? Para responder a essas perguntas simples, você precisa se conhecer muito bem e para se conhecer muito bem é necessária a convivência diária com você. Quantas pessoas conseguem passar o domingo sozinhas, em casa, felizes, se dedicando à atividades de que gostam? São poucas as pessoas que conseguem estar sozinhas e são poucas as que conseguem viver prestando atenção aos seus atos e comportamentos para modificar o que não é correto ou positivo. Mas esse é um caminho eficiente para quem deseja aprender a conviver consigo.
Apresente-se
a
você
mesmo
sem
medo
e
descubra
tudo
que
você
é.
Aceite
suas
dificuldades,
pois
esse
é
o
primeiro
passo
para
a
modificação.
Assuma
seus
erros,
sua
imperfeição.
Se
dê
o
direito
de
agir
em
conformidade
com
seus
sentimentos
e
desejos.
Mas
faça
isso
de
forma
positiva,
sem
prejudicar
outras
pessoas.
Se
achar
difícil
ou
sentir
medo
de
mergulhar
em
si
mesmo
para
se
autoconhecer,
peça
auxílio
a
um
profissional
para
que
ele
te
ajude
a
se
reorganizar
internamente.
Você
vai
descobrir
uma
ótima
companhia
para
sua
vida:
você!
A
melhor
companhia
que
alguém
pode
ter
é
ela
mesma.
A
grande dificuldade de nossa vida são os relacionamentos. E essas
dificuldades ocorrem por conta de nossos comportamentos disfuncionais
e convenientes: carência, ciúme, inveja, orgulho, falsidade, raiva,
agressividade, passividade etc. Na medida em que vamos nos dando
conta desses comportamentos e nos esforçando para modificá-los, vai
se alterando o ambiente e as pessoas à nossa volta.
Tenha
bom humor e tome atitudes positivas e saudáveis, levando coisas boas
e felizes também para seu próximo. Você vai perceber que aos
poucos você vai gostando mais e mais de conviver com você até
chegar um momento que você não dependerá de ninguém para ser
feliz. Porque você terá conquistado a felicidade, que estará
dentro de você aonde quer que esteja.
By Fátima Alves
By Fátima Alves
Depressão em crianças e adolescentes
A depressão em crianças e adolescentes é muito mais comum do que se imagina. É importante que pais e professores fiquem atentos e se informem sobre essa questão para que possam buscar ajuda adequada para o tratamento. Depressão é algo sério mas que felizmente pode ser tratada.
Neste link abaixo, uma entrevista de Dr. Dráuzio Varella com uma médica especialista no assunto.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Maturidade emocional - o caminho para o equilíbrio
Uma
das tarefas
mais difíceis
para o
ser humano
é lidar
com as
adversidades do
dia a
dia de
forma equilibrada.
Geralmente, situações
desfavoráveis causam
sentimentos de
perda e
a pessoa
entra em
sofrimento, afetando
todas as
áreas da
vida. Mas
é possível
passar pelas
situações adversas,
com equilíbrio,
sofrendo o
mínimo de
prejuízo emocional.
As
pessoas sofrem
em virtude
das dificuldades
emocionais não
resolvidas. E
acreditam que
não seja
possível ser
feliz. Geralmente
confundem
felicidade
com
prazer.
E
uma
coisa
é
bem
diferente
da
outra.
Prazer está
relacionado a
satisfação de
desejos. Felicidade
é um
estado interior
de plenitude
e aceitação
da vida,
que não
depende das
situações externas.
A
felicidade não
está em
algum lugar
aonde
você precisa
chegar. A
felicidade está
dentro de
você não
importa onde
esteja. E
para chegar
a ela
é preciso
maturidade emocional.
E como
alcançar essa
maturidade? Por
meio do
autoconhecimento. Entender
as causas
das dificuldades,
da imaturidade
e do
sofrimento. Se
você sofre
por ciúme,
por exemplo,
é preciso
entender porque
você sente
ciúme. O
mesmo acontece
com a
depressão, com
a solidão,
com a
carência. O
que está
por trás
de tudo
isso? É
importante e
necessário eliminar
a causa
desse sofrimento.
Para
ser feliz
é preciso
sair das
conveniências e
do comodismo
e olhar
mais para
fora do
próprio ego.
Enxergar o
outro. Tomar
atitudes que
não favoreçam
apenas a
si. É
poder pensar
e fazer
algo maior
que nós
mesmos. Se
passarmos os
365 dias
do ano
girando em
torno de
nossos interesses
imediatistas, sem
fazer nada
para crescer
e melhorar
como pessoas,
é pouco
provável que
sejamos felizes.
Quanto mais
restrito nosso
universo interior,
mais dependente
ficamos de
situações e
pessoas e
então nunca
estaremos completamente
satisfeitos.
É
possível mudar
tudo dentro
de nós
e à
nossa volta
para termos
uma vida
mais satisfatória,
equilibrada e
saudável. Ser
feliz, assim
como amar,
não depende
do outro
nem de
condições externas,
só depende
de nosso
próprio esforço
e competência.
Artigo escrito por Fátima Alves.
Artigo escrito por Fátima Alves.
Leia um trecho do livro
MUDAR
É POSSÍVEL
Ser
feliz: uma escolha
INTRODUÇÃO
Quando
resolvi escrever este livro, a ideia era organizar e compilar as
experiências pessoais que eu havia registrado em diário sobre meu
processo de mudança interna a partir do momento em que conheci o CEC
– Centro de Estudos da Consciência. Conhecer esse lugar e seu
fundador, Moisés Esagüi, foi não só fundamental, mas um divisor
de águas na minha vida. E quando digo minha vida, na realidade quero
dizer minhas vidas. Sim, minhas vidas.
O
conhecimento que comecei a adquirir, associado à terapia de
autoenfrentamento (explicarei melhor adiante) e à imensa vontade de
autodesenvolvimento evolutivo, me levou a descobrir e reviver algumas
vidas passadas. Reviver essas vidas não foi o mais importante no
processo. O mais importante foi descobrir que, nessa vida atual, a
Fátima era simplesmente a somatória de tudo o que ela foi antes.
Mais ainda. Descobri uma outra pessoa dentro de mim que eu não
conhecia.
Eu
tinha minhas anotações pessoais feitas em um diário. Um dia
comecei a fazer uma retrospectiva de todas as mudanças que eu havia
feito em minha vida e pensei: “nossa, tem muita coisa aqui; isso dá
um livro”. E nesse momento comecei a vislumbrar a possibilidade de
colocar essa experiência pessoal à disposição das pessoas.
Inseridos
na narração haverá trechos do meu diário pessoal transcritos
exatamente como estão lá. A ideia é contar todas as mudanças que
ocorreram na minha vida, mas até nesse momento que finalizo este
livro estão acontecendo modificações e aprendizados. Se eu não
tomar cuidado, não terminarei o livro porque as mudanças
continuam...
QUANDO
TUDO COMEÇOU
Junho
de 2002
Estou
com 33 anos de idade. Moro sozinha em um apartamento para onde me
mudei há três meses. Sinto-me bem. Estou feliz. Minha vida
profissional vai bem. Sou jornalista e trabalho como autônoma.
Consegui
conquistar a posição que sempre quis: ter mais qualidade de vida,
realizar um trabalho profissional que me traz satisfação e mais
liberdade de horário. Tenho realizado atividades na área
espiritual. Uma vez por semana frequento um centro espírita. Comecei
só assistindo as palestras e tomando passes magnéticos. Logo
depois, já estava ajudando na recepção, área que passou a ser
minha responsabilidade em um curto espaço de tempo.
Sou
muito dedicada e comprometida com o que faço. Quando percebo, estou
assumindo alguma função. Já era assim na escola, na faculdade. As
pessoas diziam que eu era uma líder natural. Acreditei nisso. E era
assim que eu me percebia. Acreditava em reencarnação, em energias e
em espíritos, apesar de nunca ter visto um único vultozinho sequer.
Sabia
que havia ao meu lado um ‘anjo da guarda’. Eu sentia
isso e me relacionava com ele com a maior intimidade. Eu
conversava com ele, pedia coisas, contava piadas, agradecia. Um dia
pedi que ele falasse seu nome, assim ficaria mais fácil a relação.
Intuitivamente percebi o nome de Pedro. Mas não acreditei muito,
não. Meu anjo da guarda chama Pedro? Não combinava. Resolvi
chamá-lo de Gabriel. Achei que caiu melhor. A partir daí comecei a
falar para todo mundo que meu anjo da guarda chamava- seGabriel. As
pessoas perguntavam: “Como você sabe?”. Eu dizia: “eu sei
porque fui eu que dei o nome para ele”.
Nessa
época, eu lia na internet assuntos relacionados a projeção astral.
Era um tema que me fascinava, mesmo sem eu saber muito a respeito.
Era como se isso já estivesse dentro de mim. Através de projeção
astral é possível viajar pelo planeta e fora dele, fazer
prospecções no fundo do mar, enfim, ampliar o seu universo de
conhecimento. Eu lia sobre isso e ficava encantada, mas até então
não havia ido a nenhum local que falasse sobre o assunto.
No
centro espírita que eu frequentava conheci um rapaz que era
integrante do CEC. Um dia ele comentou que frequentava um centro de
estudos onde as pessoas pesquisavam e praticavam a projeção astral.
Meus olhos brilharam. Quis conhecer imediatamente esse lugar. Ele me
falou também do fundador desse centro de estudos, o Moisés Esagüi.
Ele era projetor lúcido, tinha alto nível de clarividência e
idealizou a terapia do autoenfrentamento, no qual a pessoa faz uma
revisão em sua vida, abrangendo os aspectos psicológico, emocional,
energético e espiritual (vidas anteriores).
Na
semana seguinte lá estava eu, conhecendo o CEC - Centro de Estudos
da Consciência.
Bem,
aqui começa minha viagem.
Diário:
“14/06/02
– 1o dia no CEC. Estou interessada em projeção astral, mas
descobri outros diversos assuntos interessantes para aprender e
desenvolver. O grupo do CEC costuma se reunir em projeção astral
para realizar assistências. O Moisés me convidou a fazer parte
desse grupo. Mesmo sem consciência, ele iria me buscar (fora do
corpo) para participar. A ideia era reunir pessoas para exteriorizar
energias para alguém que havia desencarnado e estava inconsciente no
plano astral. O Moisés pediu que eu anotasse tudo que eu me
lembrasse da experiência, assim que acordasse. Aqui começam minhas
anotações sobre minhas experiências de projeção astral. À noite
fui dormir e lembrei de estar no meio de um grupo de pessoas num
local ao ar livre e havia um dirigente, um instrutor passando
informações a esse grupo”.
No
dia seguinte o Moisés confirmou minhas anotações e disse que eu
realmente estive lá fazendo parte do trabalho.
“18/06/02
– Lembro nitidamente do Moisés conversando comigo e me orientando
a respeito de meu comportamento e minhas atitudes em relação a
algumas coisas. Era algo ligado a situações de relacionamentos e eu
senti que tentei disfarçar ou fugir da situação, quando ele me
disse: ‘você tem condições de encarar isso e é você mesma que
terá que resolver essas situações através de sua mudança de
comportamento’”.
No
dia seguinte ele me confirmou que realmente conversou comigo e me
passou essas orientações.
MUITO
PRAZER, FÁTIMA
Nessa
época que comecei a frequentar o CEC, eu me percebia como uma moça
inteligente, bem humorada, compreensiva, educada, calma, tranquila,
que sabia ouvir as pessoas, era ‘boa de coração’, gostava de
ajudar a todos, talvez um pouco teimosa, impulsiva e que gostava das
coisas do meu jeito. Não era ciumenta, não sentia inveja, nem era
agressiva. Não tinha dificuldade de me relacionar com ninguém, me
dava bem com todas as pessoas e era muito espiritualizada. Enfim, um
poço de virtudes.
Em
julho de 2002 (um mês após conhecer o CEC), iniciei a terapia de
autoenfrentamento (AE). Mais por curiosidade de rever minhas vidas
anteriores do que por necessidade de resolver algum problema ou
comportamento disfuncional. As sessões de AE são feitas com dois
profissionais: a psicóloga Maria Balbina e o psicanalista Moisés
Esagüi.
As
primeiras sessões transcorriam tranquilamente. Eu falava das coisas
do dia a dia, um probleminha aqui, outro acolá, mas nada sério,
nada que denotasse que eu realmente tinha um grande problema para
resolver. Afinal, eu era uma pessoa muito evoluída. Só estava ali
para melhorar ainda mais o que já era muito bom. Eu só queria dar
um brilho a mais no diamante que eu já era.
No
meu teste de personalidade realizado nas primeiras sessões
apareceram características como …..
Este é o primeiro livro que escrevi
![]() |
| Leia um trecho do livro |
Este é o primeiro livro que escrevi.
Ele não tem a
intenção de ditar regras ou aconselhar pessoas sobre o que elas
devem fazer. A ideia é apenas compartilhar as experiências que eu
vivenciei em um certo período da minha vida, cujos resultados foram
altamente enriquecedores para meu crescimento emocional.
Acredito que eu tenha sido muito corajosa ao me expor de forma tão clara, mas
penso que deva ser assim, pois trata-se de um pedaço da minha vida
marcado nestas páginas.
Na verdade eu me sinto muito feliz e grata
pela oportunidade de compartilhar essa experiência. E se você puder
aproveitar disso uma única linha, então todo o esforço valeu a
pena.
Assinar:
Postagens (Atom)






